Jardim Botânico – Rio de Janeiro

Um bairro charmoso da Zona Sul da capital carioca

Como mencionei na aba “O que fazer no Rio de Janeiro” o nosso último dia na cidade maravilhosa foi dedicado ao bairro Jardim Botânico. Estávamos à procura de passeios mais relacionados à natureza e a escolha não poderia ter sido mais perfeita!

Lá visitamos o Parque Lage e o Jardim Botânico.

Parque Lage

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro, possui 52 hectares de muito verde e é uma programação totalmente gratuita.

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Áreas próximas à mansão.

Se você gosta de passeios que renovam a energia pode colocar esse parque na programação. Além de ser um espaço lindo, é recheado de arte e cultura e garante fotos incrivelmente lindas. Isso é confirmado pela quantidade de pessoas fazendo ensaios fotográficos lá.

Aproveite para observar os ângulos escolhidos e garantir cliques incríveis.

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A mansão é a parte mais famosa, um casarão lindíssimo do século XIX. Lá é possível tomar um farto café da manhã (R$ 82,00 o café completo) no Bistrô Plage e contemplar o cenário com a piscina. O restaurante também oferece almoço e jantar feitos com produtos orgânicos.

É um ambiente muito romântico, pois além de ser bonito e agradável é onde fica a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), que proporciona eventos de arte e música que acontecem no local durante todo ano. O cenário fica ainda mais completo com o plano de fundo, que não poderia ser mais perfeito: o Cristo Redentor.

Aproveitamos a belíssima área externa da mansão para mais fotos.

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Não estávamos com muita fome, então ao invés de nos deliciar com o farto café da manhã do Bistrô Lage optamos por tomar um lanche no Café Plage, um foodbike fofo que oferece alguns tipos de café e sanduíches quentes e frios. Fica ao lado da entrada para a mansão.

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Como o parque fica localizado aos pés do Morro do Corcovado, você consegue subir para o Cristo Redentor por uma trilha, mas não estávamos com roupas e calçados apropriados, além do tempo curto também. Aproveitamos para contemplar apenas a vista da estátua por outro ângulo.

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Também caminhamos um pouco explorando o lugar e descobrimos pontos bem interessantes, como, por exemplo, essa pequena caverna e um quiosque muito fofo.

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Horário de funcionamento do parque

Diariamente das 8h às 17h (fecha às 18h durante o horário de verão).

Horário de funcionamento do Bistrô Plage

De segunda a sexta-feira, das 9h às 23h. Sábado das 13h às 23h e domingo das 9h às 23h.

Jardim Botânico

Aproveitamos a proximidade do Parque Lage do Jardim Botânico e seguimos para lá. Como já tínhamos caminhado bastante dentro do parque e iríamos caminhar mais no Jardim Botânico, optamos por fazer o trajeto de Uber (ficou em pouco mais de R$ 6,00).

Chegamos pela entrada principal, na Rua Jardim Botânico.

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Compramos os ingressos na bilheteria, que custaram R$ 15,00. Uma informação importante é que não aceitam cartão, somente em dinheiro – sorte que eu tinha uns troquinhos rs. Recebemos um ingresso em papel, um cartão que deve ser inserido ao passar na catraca da entrada e um mapa.

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Ao lado da bilheteria fica o Relógio do Sol, um dos mais antigos dispositivos para marcar o tempo e tem como referência a luz solar, mas nem sempre ele corresponde à hora que costumamos ver no relógio tradicional.

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Logo na entrada você encontra um grande mapa do Jardim, com indicações da localização e informações sobre as espécies que podem ser encontradas por lá.

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Além do mapa em pequena escala entregue com os ingressos, são disponibilizados totens em tamanho maior com a indicação das áreas principais e logo no início você já começa a ter uma ideia do quão bonito vai ser o passeio.

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Visitas

O Jardim oferece dois tipos de visita: a temática e a escolar.

Dentro da temática existem três tipos:

  • Trilha das artes: com 1h30 de duração;
  • Trilha histórica: com 2 horas de duração;
  • Trilha das árvores nobres: também com 2 horas de duração.

Todos esses passeios são auto guiados e são utilizados folhetos distribuídos na compra dos ingressos, aplicativos que contêm mapa com percurso traçado ou você pode baixar o roteiro diretamente do site clicando nesse link aqui.

No site você também encontra o mapa do Jardim Botânico e consegue filtrar por categorias.

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Nossa visitação

Nós optamos por simplesmente ir andando e desbravando o lugar, mas confesso que foi um pouco cansativo e confuso, mesmo com o mapa em mãos. De qualquer forma, foi um passeio delicioso.

Tiramos várias fotos nas famosas trilhas balizadas por coqueiros.

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Próximo dali fica o Busto Saint-Hilair, um professor e escritor francês que contribuiu com a história natural e botânica do Brasil durante sua estadia no País, entre os anos de 1816 e 1822. Ele foi o responsável por classificar duas famílias, vários gêneros e mais de mil novas espécies da flora brasileira.

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Passamos pelo lindíssimo Chafariz das Musas, localizado na parte central. Ele representa quatro das nove filhas de Zeus e Mnemósina. Elas foram escolhidas por apadrinharem as artes e ciências. As musas são: Calíope (musa da poesia épica), Clio (musa da história), Erato (musa da poesia lírica) e Tália (musa da comédia).

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No meio do caminho nos deparamos com uma vista lindíssima do Cristo Redentor.

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Durante o trajeto você encontra banheiros muito limpos e funcionários solícitos que te ajudam a encontrar os pontos desejados. Um deles até acompanhou a gente por um percurso razoavelmente grande. Estávamos procurando o Jardim Japonês. Demos uma volta rápida por lá e seguimos para a saída.

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Também visitamos o Orquidário, um espaço octogonal construído em madeira que ganhou uma estufa anexa. Juntos abrigam plantas de salão e a coleção de orquídeas do Jardim, que atualmente acolhe mais de três mil exemplares de 600 espécies diferentes.

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Foto: Alô Rio de Janeiro.

Depois de pesquisar mais a fundo, descobri que não exploramos lugares muito bonitos do Jardim, como o Cômoro Frei Leandro, onde fica a Casa dos Cedros e a Gruta Karl Glasl, construída para aclimatar espécies de plantas que vivem em ambientes úmidos e rochosos.

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Fotos: Ricardo Zerrener/Riotu e Roteiro Adaptado.
Dicas

É muito importante levar garrafas de água para hidratar-se durante o passeio – acredite, se você não estiver de bicicleta vai andar muuuuito! Caso você pretenda passar o dia por lá não se esqueça de levar lanchinhos para repor as energias também.

Fomos próximo do horário do almoço e aquela caminhada toda abriu o apetite. A região no entorno do Jardim Botânico possui boas opções gastronômicas, mas o Garota da Gávea, uma filial do famoso restaurante Garota de Ipanema, nos conquistou de cara e fizemos a pausa do almoço por lá.

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Horário de funcionamento

Segunda-feira, das 12h às 17h. De terça a domingo, das 8h às 17h.

Ingressos
  • R$ 15,00 (somente em dinheiro) para adultos.
  • Oferecem meia entrada para: estudantes com comprovação de matrícula, pessoas com deficiência, jovens até 21 anos, Jovens de baixa renda inscritos no CadÚnico e pessoas acima de 60 anos.
  • Gratuidade para crianças até 5 anos.
Acessos

O local possui duas entradas, uma pela Rua Jardim Botânico, n° 1008, com bicicletários e estacionamento exclusivo para pessoas com severas deficiências de locomoção (veículos adesivados). Nessa entrada também é permitida a entrada de carros para embarque e desembarque de pessoas com dificuldades de locomoção (deficientes, idosos, grávidas). Outra opção, mas apenas para pedestres, é pela Rua Pacheco Leão, n° 101.

Para mais informações acesse o site do Jardim Botânico.

Créditos foto da capa: Caio Araújo Fotografia.

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