O trânsito da ilha é bem louco! No centro não existe semáforo nem placas sinalizando de quem é a preferência. Tem que ir no “achômetro” e contar com a cortesia alheia.

Apesar de haver bastante policiamento, você tem a impressão de que é uma “terra sem lei”. O uso do capacete não é obrigatório – aliás, não vi ninguém usando – e é muito comum ver famílias (4 pessoas com 2 crianças pequenas) andando espremidas nas motos.

Os policiais não parecem implicar com nada, muito menos com turista, aliás, são muito simpáticos e solícitos.

Para se locomover na ilha é muito fácil. Para os mais aventureiros têm os “moto taxis” (muito utilizado pelos locais) e para quem quer um pouco mais de conforto podem optar pelo ônibus (ainda tem uns com músicas colombianas que dão um toque mais especial às férias).

O custo do ônibus é melhor do que alugar a mule ou o carrinho de golf (2.000 pesos por pessoa). Eles te levam para os principais pontos turísticos e isso facilita bastante quando você quer ir para ficar em um lugar (nesses casos alugar a mule acaba ficando muito oneroso para deixar parada). Os motoristas são atenciosos e te avisam quando vai chegando perto do seu destino.

Uma curiosidade: não existe um ponto de ônibus específico. Se você já sabe onde vai ficar é só gritar “parada” a qualquer momento que eles param para descer.